Eis-nos que somos habitados por uma nova sede de investigações e que preenchemos a condição primeira: limitar-nos, sem a qual não podemos nada porque somos tudo. Tudo e nada significam aqui, evidentemente, a mesma coisa; com efeito só aquele que é tudo, não pode nada: na perfeição, que é para nós um atributo permanente, a menos que desejemos, como é precisamente o caso agora, suspendê-la, não há lugar para uma qualquer aspiração porque ela é fim, como não o há para a investigação porque ela é toda-a-descoberta, nem para o pensamento pois que tudo é inventado ao mesmo tempo. Se conseguimos limitar o nosso infinito, se já nos moderámos por mais de uma vez, devemo-lo à nossa omnipotência.